segunda-feira, 8 de maio de 2017

Curiosidades:Conheça as 10 melhores viaturas policiais utilizadas pelo mundo.

                         Img - Top 10 melhores viaturas policiais do mundo

Alguns países investem muito dinheiro em suas frotas de viaturas policiais. São carros com alta tecnologia e eficiência, que deixam qualquer bandido de boca aberta.

Conheça as 10 melhores viaturas policiais utilizadas pelo mundo:

 
1 - Hummer H2 – Este carro é usado pela polícia do Texas, nos Estados Unidos, desde 2006. O veículo é destinado à patrulha. Personalizado pela empresa alemã Geiger Cars, o carro tem suspensão reforçada, rodas aro 28, pneus especiais e um motor V8 7.0 supercharged de 700 cv.

                                 
2 - Subaru Impreza WRX – Este veículo foi escolhido por vários países para perseguições policiais nas ruas e estradas estreitas. O carro tem tração 4x4 e motor boxer que atinge até 295 cv.


3 - Porsche 911 – Este carro é excelente para rodar em estradas sem limite de velocidade. Ele é usado pela polícia da Alemanha. O veículo tem 370 cv, e vai de 0 a 100 km/h em 4,6 segundos.

                           
4 - Dodge Magnum – Este veículo é utilizado pela polícia de Michigan, nos Estados Unidos. O carro tem motor V6 3.5 de 250 cv e tração integral. Além disso, o veículo conta com quebra-mato, faróis auxiliares, giroflex e bateria de maior amperagem.


5 - Ford F-150 – O carro é usado pela Polícia Federal Preventiva do México. As picapes da Ford são rápidas e muito espaçosas.

                               
6 – Smart – Este pequeno carro é usado para patrulhar as ruelas estreitas de Roma. O veículo tem 2,7 metros de comprimento e atinge uma velocidade máxima de 130 km/h.


7 - Lamborghini Gallardo – Esta viatura policial tem motor V10 de 560 cv, rádio, GPS, computador com arquivos policiais, câmera de vídeo no para-brisa e sirene aerodinâmica no teto.

                               
8 - Ford Interceptor Utility – Este veículo é muito utilizado pela polícia dos Estados Unidos. O carro é grande e ideal para transportar cães farejadores de drogas.

 
9 - Mitsubishi i-MiEV – O carro é usado pela polícia do Japão. O veículo foca na sustentabilidade, tem um motor elétrico de 63 cv, autonomia de 160 km e atinge a velocidade máxima de 130 km/h.

                                 
10 - Bugatti Veyron – Este veículo é usado pela polícia de Dubai. O carro tem um motor W16 8.0 de 1 001 cv e velocidade final de 439 km/h.


                        

Fonte: l

http://www.sitedecuriosidades.com/

Djavan ‘Vidas pra contar’ e Recife. 20/05


         Imagem: Divulgação/Classic Hall Recife
Um dos mais prolíficos compositores da música popular brasileira, Djavan volta ao Classic Hall no dia 20 de maio de 2017 com a turnê lançada em 2016 “Vidas pra contar”, vigésimo terceiro álbum de sua discografia. Além de canções do novo disco, aclamado pela imprensa especializada, o artista alagoano, que completou 40 anos de carreira em 2015, ano em que também foi agraciado com o Grammy Latino de excelência musical, em homenagem ao conjunto de sua obra.
Além de novas canções, o artista alagoano executará também grandes clássicos de sua carreira. A turnê já passou por mais de 30 cidades brasileiras, além de Santiago, Buenos Aires, Lisboa, Porto e Estoril. Vidas pra Contar é autobiográfico em algumas canções, também é bem brasileiro, indo a fundo na nossa cultura e folclore - temperos que sempre fizeram parte da diversidade do cantor.
A faixa de abertura, “Vida nordestina”, traz versos como “A vida não é de festa para o povo do sertão / Mas até quem não tem empresta, dá a mão” e “A fé do povo é o que há de seu / Sem ela tudo vai ser pior / Nem roça, nem gado / Existem sem Deus / Mas quando é dia de festa / Todo povo do sertão / Dança para aparar as arestas / Do coração”.
Show do Djavan em Manaus (Foto: Adneison Severiano/G1 AM)Djavan no palco 
Outro destaque do disco é a música “Dona do horizonte”, escrita em homenagem à mãe do artista. Na letra, Djavan fala da importância dela na formação musical e no surgimento da vontade de cantar.
“Mãe é o nome do amor / Logo cresci, minha mãe ali, dona do horizonte / Me fez ouvir Dalva de Oliveira e Ângela Maria todo dia / Deusas que adorava / Tinha prazer em me levar pra ver Luiz Gonzaga cantar / Não sem deixar de advertir / Pra que eu estudasse sempre mais”, diz um dos trechos.

O cantor Djavan, que lança CD e DVD em show em Brasília (Foto: Marcos Hermes/Divulgação)O cantor Djavan 
A direção do espetáculo é do próprio Djavan. Suzy Martins é a diretora executiva e Suzane Queiroz assina a cenografia e a direção de arte. A iluminação fica a cargo de Binho Schaefer e o figurino é de Roberta Stamato.

“Existe entre nós, eu e os músicos, um código musical que permite voos para todas as direções, e isto é uma coisa que me ajuda muito, uma vez que persigo sempre a diversidade. Eu acho que a diversidade me impõe a estar sempre correndo riscos, e eu preciso disso”, diz o cantor.
Segundo a produção, o cenário é feito a partir do conceito de que “a vida é um grande livro em branco, preenchido aos poucos pelos acontecimentos”. O show começa em um espaço vazio até a abertura do livro no centro do palco. Em seguida as páginas são preenchidas por “luzes coloridas e linhas verticais com escritos em espiral, círculos.


domingo, 7 de maio de 2017

Piratas do Caribe 5 - A Vingança de Salazar estreia 25/05


Sinopse: O capitão Salazar (Javier Bardem) é a nova pedra no sapato do capitão Jack Sparrow (Johnny Depp). Ele lidera um exército de piratas fantasmas assassinos e está disposto a matar todos os piratas existentes na face da Terra. Para escapar, Sparrow precisa encontrar o Tridente de Poseidon, que dá ao seu dono o poder de controlar o mar.


Veja o primeiro teaser trailer:


Direção: Joachim Rønning, Espen Sandberg
Elenco: Johnny Depp, Javier Bardem, Orlando Bloom, Kaya Scodelario, Brenton Thwaites, Geoffrey Rush.


Pirates of Caribbean: Dead Men Tell No Tales (título original), tem estreia prevista para 25 de maio no Brasil.

Notícias de Arlindo Cruz



O cantor Arlindo Cruz permanece internado no CTI da Casa de Saúde São José, no Humaitá, zona sul do Rio de Janeiro. O estado de saúde do paciente é considerado estável e ele continua em processo de recuperação neurológica. De acordo com a equipe médica, sua evolução segue de forma gradual e ainda não é possível afirmar se o cantor ficará com sequelas. Os médicos informam ainda que estão avaliando a possibilidade de transferir o cantor para a unidade semi-intensiva. (site do Cantor)

Segundo os médicos, já emagreceu 30 quilos. Submetido a uma cirurgia de traqueostomia, procedimento que permite a respiração por meio da garganta, o sambista se alimenta por sonda, o que causa o emagrecimento drástico.
Consciente, Arlindo deve ser transferido até o fim desta semana para a unidade semi-intensiva, onde continuará sua recuperação. Arlindo respira sem ajuda dos aparelhos, responde a estímulos, embora apresente sequelas.
“Ele está com o lado esquerdo paralisado, mas acreditamos que terá uma vida ativa, nem que que continue compondo e tocando em casa, longe dos palcos”, explica o filho, Arlindinho.
No próximo dia 20 de maio, a família de Arlindo realizará uma missa, em Realengo, em benefício ao restabelecimento do cantor.
“Será uma corrente. Os fãs perguntam quando ele voltará aos shows e será uma oportunidade para conversarmos com eles e orarmos. Muita gente não tem noção do estado do meu pai. Ele é uma pessoa muito religiosa e isso contribuirá para sua melhora”, acredita Arlindinho.

Harmonia do Samba e Gilberto Gil gravam música para novo álbum ‘Ontem e Hoje’

                                   



Harmonia do Samba grava música com Gilberto Gil para novo álbum ‘Ontem e Hoje’


Foto: Reprodução / Instagram
O Harmonia do Samba convidou Gilberto Gil para participar do próximo álbum da banda que é liderada por Xanddy. A novidade foi anunciada no feriado do Dia do Trabalho, na segunda-feira (1º), quando Gil publicou nas redes sociais um vídeo em que aparece gravando no estúdio ao lado do marido de Carla Perez. “O rebolado dela tem...”, cantou Gilberto Gil em um trecho da nova música para o projeto "Ontem e Hoje".  Em seguida, Xanddy e demais componentes da banda fizeram uma roda de samba com o pai de Bela Gil, ao som de “Mandei Meu Cavaco Chorar”. “O feriado do dia do trabalho pra mim foi uma diversão ao lado do Xanddy, do Harmonia do Samba. Obrigado, Xanddy querido pelo convite pra participar do próximo disco do Harmonia”, escreveu Gil, que fará parceria com o grupo pela segunda vez.




                             

sábado, 6 de maio de 2017

Marisa e Paulinho juntos é samba mais nobre.



A nobreza da obra de Paulinho da Viola se (re)encontrou com a elegância do canto de Marisa Monte ao redor do universo do samba, em roteiro que gravitou basicamente pelo cancioneiro do compositor carioca e pela produção autoral de bambas da velha guarda da escola de samba Portela, paixão comum dos artistas que, 24 anos após apresentação na edição de 1993 no festival Heineken Concerts, se reuniram em show que roçou o sublime e que surpreendeu quando abarcou o repertório da cantora em belezas melódicas e poéticas como De mais ninguém (Marisa Monte e Arnaldo Antunes, 1994). Tanto que o bis culminou com o tempero roqueiro de Comida (Marcelo Fromer, Sergio Britto e Arnaldo Antunes, 1987), sucesso do grupo paulista Titãs gravado ao vivo pela cantora em álbum de 1989 e encarado timidamente no refrão por Paulinho (ao cavaquinho) com breve contracanto ("De que?").






Antes do show começar e de se apagar a luz da plateia que lotou mesas, poltronas e camarotes do Citibank Hall da cidade de São Paulo (SP) na noite de ontem, uma vitrola ao canto do palco reverberou o som do vinil de gravações produzidas por Paulinho para o histórico álbum Portela, passado de glória (1970). Ainda disperso, o público prestou pouca ou nenhuma atenção nos registros de sambas como Levanta cedo (Rufino), Se tu fores na Portela (Ventura), Desengano (Aniceto da Portela), Sofrimento de quem ama (Alberto Lonato) e Vaidade de um sambista (Francisco Santana) – reproduzidos na ordem do disco de 1970 – sem se dar conta de que ali, neste sambas, estava a senha para decifrar o mistério e o reino do samba que os nobres adentram no show Paulinho da Viola encontra Marisa Monte, cuja estreia nacional deu início ontem, 5 de maio de 2017, em São Paulo (SP) à miniturnê que até junho passará pelas cidades de Belo Horizonte (MG) e Rio de Janeiro (RJ).



Anfitrião do espetáculo, Paulinho abriu o show, primeiramente a sós com o violão e depois com uma big-band formada por músicos que dominam o idioma do samba (e do choro). Nesse inicial bloco solo, o compositor cantou sete músicas. É a partir do oitavo número que Marisa entrou em cena e permaneceu até o fim do show para deleite da plateia. Já nessa aparição inicial, quando cantou Para ver as meninas (Paulinho da Viola, 1971) com fraseado lapidar, a cantora exibiu um brilho na voz que eventualmente andou escasseando em apresentações mais recentes, deixando preocupado o público da cantora.


À altura do status da intérprete, a voz de Marisa se mostrou em forma, dialogando com Paulinho na incomunicabilidade social de Sinal fechado (Paulinho da Viola, 1969), flerte do compositor com o universo da música erudita, e revivendo Não quero você assim (Paulinho da Viola, 1970), música que – revelou Marisa com a cumplicidade do compositor – foi feita com ideia (nunca concretizada) de ser enviada a Roberto Carlos. Título pouco ouvido do cancioneiro de Paulinho, Não quero você assim já tinha sido cantada pelos artistas no show que os uniu em 1993 sob a benção do violonista Raphael Rabello (1962 – 1995), mentor do primeiro encontro dos dois bambas no palco. Samba também incluído no roteiro desse show da década de 1990 e na sequência gravado por Marisa, A dança da solidão (Paulinho da Viola, 1972) evoluiu bem com o coro do público no refrão.

Na sequência, a lembrança de outro samba pouco cantado, Não quero contrariar você (Paulinho da Viola, 1970), citou a Portela, preparando o clima para um bloco mais informal que, no tom improvisado de roda de samba, sentados lado a lado, Marisa e Paulinho lembraram sambas e compositores emblemáticos na história da agremiação carnavalesca da cidade do Rio de Janeiro. Antes, contudo, a cantora puxou o lindo samba Universo ao meu redor, cantado posteriormente por Paulinho, e a já mencionada De mais ninguém. Parceria de Marisa com Arnaldo Antunes e Carlinhos Brown, Universo ao meu redor – samba que batizou o álbum de 2006 dedicado pela cantora ao gênero – é prova de que o trio tribalista tem inspiração e talento para emular a nobreza da produção dos bambas da velha guarda.



Da lavra do único álbum do trio, aliás, Carnavália (Marisa Monte, Carlinhos Brown e Arnaldo Antunes, 2002) foi a deixa definitiva para começar o bloco dedicado aos compositores portelenses. "Hoje eu já sou velha guarda", reconheceria Paulinho quando, mais para o fim desse bloco, Marisa puxou o samba Foi um rio que passou em minha vida (Paulinho da Viola, 1970), ode à Portela.

Nesse longo e sedutor set aberto com Sentimentos (Mijinha, 1973) e dedicado aos bambas de glorioso passado, Marisa e Paulinho simularam bem um clima de naturalidade em que a conversa entre os cantores os conduziu pelo reino do samba portelense com joias de alta nobreza como Passarinho (Chatim, 1978), Dizem que o amor (Argemiro Patrocínio e Francisco Santana) – gravado por Marisa em 2002 no álbum Tudo azul, disco produzido pela cantora para registrar obras desses bambas – e Com lealdade (Alberto Lonato). Alguns desses sambas ganharam registros fonográficos no álbum Portela, passado de glória, casos de Sofrimento de quem ama (Alberto Lonato) e Quantas lágrimas (Manacéa).

Marisa se mostrou à vontade nesse reino encantado que lhe é familiar, inclusive pela ligação do pai da cantora, Carlos Monte, com a Portela. E cabe ressaltar que, com ar de diva e um canto límpido valorizado pelo gestual, Marisa se confirmou grande cantora ao dar voz a Preciso me encontrar (1976), introspectivo samba de Candeia (1935 – 1978) que a artista gravou no já histórico primeiro álbum de 1989.



Também ela já referencial, a cantora soube valorizar toda a beleza da melodia centenária do choro-canção Carinhoso (Pixinguinha, 1917, com letra posterior de Braguinha, 1937), música que já cantara com Paulinho em documentário sobre o artista e que fez questão de bisar no show, na sequência imediata, com a adição do coro do público. Já a compositora exibiu justo orgulho quando lembrou que Talismã, outro samba do irretocável roteiro, tem melodia de Paulinho letrada por ela com o parceiro Arnaldo Antunes. Paulinho contou que encontrou a melodia, antiga, em cassete e fez o que chamou de "provocação" ao dar ideia de enviá-la a Arnaldo. Letrado com rapidez pelos parceiros orgulhosos, o samba foi gravado em 2007 por Paulinho e, no roteiro do show, foi sucedido por Timoneiro (Paulinho da Viola e Hermínio Bello de Carvalho, 1996), samba puxado pelo compositor com a cantora entrando no refrão.

Na sequência final, antes do bis, Passado de glória (Monarco, 1970) trouxe o show de volta para o reino azul e branco. Mas estas cores se misturaram com o verde e o rosa da Mangueira em Esta melodia (Bubú da Portela e Jamelão, 1954), samba ilustre gravado por Marisa em 1994 por sugestão de Paulinho. Enfim, Paulinho da Viola encontra Marisa Monte no reino do samba mais nobre em show histórico que merece registro audiovisual para que, no futuro, fique perpetuado o glorioso momento presente dos artistas.



Eis o roteiro seguido em 5 de maio de 2017 pelos cantores e compositores cariocas Paulinho da Viola e Marisa Monte na estreia nacional do show Paulinho da Viola encontra Marisa Monte no Citibank Hall da cidade de São Paulo (SP), onde a turnê fica em cena até 7 de maio:

Abertura:
Levanta cedo (Rufino) /
Se tu fores na Portela (Ventura) /
Desengano (Aniceto da Portela) /
Sofrimento de quem ama (Alberto Lonato) /
Vaidade de um sambista (Francisco Santana) – reprodução de gravações do disco Portela, passado de glória (1970) antes da entrada em cena dos cantores e dos músicos


Paulinho da Viola:

1. Tudo se transformou (Paulinho da Viola, 1970)

2. Coisas do mundo, minha nega (Paulinho da Viola, 1978)

3. Ela sabe que eu sou do samba (Paulinho da Viola)


4. Ainda mais (Paulinho da Viola e Eduardo Gudin, 1998)

5. Pecado capital (Paulinho da Viola, 1975)

6. Onde a dor não tem razão (Paulinho da Viola e Elton Medeiros, 1981)

7. Roendo as unhas (Paulinho da Viola, 1973)


Paulinho da Viola e Marisa Monte:

8. Para ver as meninas (Paulinho da Viola, 1971)

9. Sinal fechado (Paulinho da Viola, 1969)

10. Não quero você assim (Paulinho da Viola, 1970)

11. Dança da solidão (Paulinho da Viola, 1972)

12. Para não contrariar você (Paulinho da Viola, 1970)

13. Universo ao meu redor (Marisa Monte, Carlinhos Brown e Arnaldo Antunes, 2006)

14. De mais ninguém (Marisa Monte e Arnaldo Antunes, 1994)

15. Carnavália (Marisa Monte, Carlinhos Brown e Arnaldo Antunes, 2002)

16. Sentimentos (Mijinha, 1973)

17. Dizem que o amor (Argemiro Patrocínio e Francisco Santana, 2002)

18. Passarinho (Chatim, 1978)

19. Com lealdade (Alberto Lonato, 1970)

20. Quantas lágrimas (Manacéa, 1970)

21. Sofrimento de quem ama (Alberto Lonato, 1970)

22. Preciso me encontrar (Candeia, 1976)

23. Foi um rio que passou em minha vida (Paulinho da Viola, 1979)

24. Carinhoso (Pixinguinha, 1917, com letra posterior de João de Barro, o Braguinha, 1937)

25. Carinhoso – reprise

26. Talismã (Paulinho da Viola, Marisa Monte e Arnaldo Antunes, 2007)

27. Timoneiro (Paulinho da Viola e Hermínio Bello de Carvalho, 1996)

28. Passado de glória (Monarco, 1970)

29. Esta melodia (Bubú da Portela e Jamelão, 1959)


Bis:

Paulinho da Viola:

30. Coração leviano (Paulinho da Viola, 1977)


Paulinho da Viola e Marisa Monte:

31. Comida (Marcelo Fromer, Sergio Britto e Arnaldo Antunes, 1987)

Fonte :G1

sexta-feira, 5 de maio de 2017

O samba está de luto... morre Almir Guineto.

Resultado de imagem para almir guineto fundo de quintal


.
Morreu, na manhã desta sexta-feira, o sambista carioca Almir Guineto. Fundador do grupo Fundo de Quintal, Almir tinha 70 anos e estava internado há semanas para tratar uma pneumonia. Por problemas renais e decorrentes de diabetes, seu quadro se complicou e ele não resistiu. Sua morte foi anunciada em seus perfis no Twitter e no Facebook.
Criador do Fundo de Quintal, um dos mais importantes grupos de samba, que teve o trapalhão Mussum como integrante, Almir Guineto se afastou dos palcos em junho de 2016.


Almir Guineto é autor de sambas como Passe Bem, Insensato Destino eChantagem.


Leci Brandão repudia César Menotti e sertanejo pede desculpas

Após ter sido criticado publicamente por ninguém menos que Martinho da Vila, Neguinho da Beija-Flor, Arlindinho e outros bambas, o cantor...