sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Cunema: "A forma da água" Ficção.

O filme de Guillermo del Toro que levou para casa o Leão de Ouro, prêmio principal do Festival de Veneza 2017, ganhou novo trailer: 



Sinopse: Na década de 1960, em meio aos grandes conflitos políticos e bélicos nos Estados Unidos, Elisa (Sally Hawkins), zeladora em um laboratório experimental secreto do governo, conhece e se afeiçoa a uma criatura fantástica mantida presa no local. Para elaborar um arriscado plano de fuga ela, recorre a um vizinho (Richard Jenkins) e à colega de trabalho Zelda (Octavia Spencer).



Direção: Guillermo del Toro

Elenco: Michael Shannon, Sally Hawkins, Octavia Spencer, Doug Jones, Richard Jenkins, Michael Stuhlbarg 
Estreia prevista para 11 de janeiro de 2018.

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Curiosidade: Os furacões mais catastroficos da história.

Img - Os Furacões mais Catastróficos da História

Os desastres naturais são capazes de gerar tanta força com uma forte capacidade destrutiva, e os seres humanos ainda são incapazes de se proteger com eficiência. Pouco tempo atrás, acompanhamos os efeitos do furacão Harvey nos Estados Unidos. Um rastro de caos e destruição que tomou as vidas de mais de 50 pessoas. E atualmente, iremos contabilizar os estragos do colossal furacão Irma, que chegou a categoria 5, José e Katia.

Entendendo as categorias dos furacões - Velocidade do vento:
Furacão categoria 1: 118-152 Km/h
Furacão categoria 2: 153-176 Km/h
Furacão categoria 3: 177-208 Km/h
Furacão categoria 4: 209-248 Km/h
Furacão categoria 5: ventos com velocidade maior que 249 Km/h


Confira os furacões mais catastróficos da história mundial


Furacão Mitch (1998)


Catalogado como o pior desastre natural do século XX, o furacão Mitch é definido como um ciclone de categoria 5 que devastou grande parte da América Central no outono de 1998. A violência descomunal dessa temida tempestade levou a vida a mais de 18 mil pessoas, entre mortos e desaparecidos. Os danos estruturais também são enquadrados como um aspecto irreparável de uma sociedade que teve que suportar ventos de até 285 km / h.

O furacão Jeanne (2004)


O ano de 2004 é enquadrado como um momento difícil de esquecer para aqueles que sofreram a força da natureza. Neste ano, aconteceu o furacão Jeanne, considerado o quarto maior furacão que já passou pela América Central. Este bem conhecido ciclone arrebatou a vida de mais de 3.000 pessoas e deixou os territórios do Haiti e da República Dominicana completamente desolados. O número de vítimas é estimado em mais de 300 mil.

Furacão Stan (2005)


Durante os primeiros cinco dias de outubro de 2005, ocorreu um furacão da categoria 1 que permanecerá na memória dos habitantes da Costa Rica, Honduras e Guatemala. Um desastre natural, que não atinge a força de outros furacões, mas que causou cerca de 2.000 mortos e desaparecidos. Foi uma catástrofe em que as rajadas de vento ultrapassaram 130 km / h.

Furacão Katrina (2005)


Se falarmos sobre o Katrina, nos referimos a um dos mais destrutivos furacões da história atual dos Estados Unidos. Um ciclone que levou a vida de 1.800 pessoas e inundou os territórios da Flórida, Mississippi e Louisiana. Mas a altura da devastação desta famosa tempestade foi em Nova Orleans. Uma cidade que não foi a mesma depois do desastre e aonde os ventos chegaram a mais de 225 km / h.

Furacão Gordon (1994)


O Panamá tornou-se um cenário de caos e destruição durante o fatídico ano 1994, devido ao furacão Gordon. Um ciclone da categoria 1 que deixou desolado o território do Haiti em um cenário que levou a vida de mais de 1.000 pessoas. As inundações foram a principal arma de uma catástrofe natural que permanecerá na memória dos americanos, como um dos momentos mais aterrorizantes de sua história.





Fonte: http://www.sitedecuriosidades.com/

Quadrinhos:Autor de Initial D lança novo mangá de corrida de carros

                              Autor de Initial D lança novo mangá de corrida de carros

A edição desta semana da revista de histórias de mangá seinen, Young Young, apresentou o lançamento de MF Ghost, do autor de Initial D, Shuuichi Shigeno. Initial D é um dos maiores sucessos do gênero, com 48 volumes de mangá, um anime de 5 temporadas além de vários filmes e OVAs (animações de vídeo originais).

A nova série de Shigeno vai se basear em um futuro próximo, quando os carros autônomos entraram em uso geral e os veículos a gasolina estão sendo eliminados pouco a pouco. A série segue a história do piloto de gênio de 19 anos, Kanata Livington, que retorna ao Japão depois de se formar uma escola de corrida do Reino Unido para cumprir uma promessa.

Initial D é considerado como uma série de mangá de esportes e foi serializado na Revista Young, de 1995 a 2013. A história se concentra no mundo das corridas de rua ilegais japonesas, onde toda a ação está concentrada nas passagens de montanhas distantes e raramente em cidades ou áreas urbanas.A história é centrada na prefeitura de Gunma, mais especificamente em várias montanhas na região de Kanto e nas cidades vizinhas. Embora alguns dos nomes dos locais em que os personagens tenham corrido tenham sido inventados pelo autor, todos eles são baseados em locais reais no Japão.

Shigeno terminou recentemente o seu projeto de mangá mais recente, Sailor Ace, no dia 3 de abril. Ele conta a história de Sakuragi Mayu, uma estudante de segundo ano no colégio Kantojo Gakuin. Um dia, ela decide desistir do seu estilo de vida habitual para e retornar ao baseball, que ela amava tanto. O enredo explora as incríveis habilidades de arremesso de Mayu, que poderia ser considerada como um gênio.


                                

LIteratura: 5 Livros de Fantasia Medieval com Igualdade entre Sexos

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Eu amo livros de fantasia épica. Eu mergulho na escrita e posso ser o herói e explorar um mundo novo e diferente. A maioria dos romances de fantasia épica são ambientados num cenário medieval de baixa tecnologia. E os papeis de gênero nesses novos mundos costumam se basear na nossa própria história medieval.
Mas alguns autores criam mundos inteiramente novos, com a igualdade de gênero perfeitamente entrelaçada no tecido cultural. Este tipo de mundo questionável em todos os sentidos é o meu favorito.
Por gênero igual, eu estou falando de uma sociedade onde as pessoas cumprem os papéis os quais estão qualificadas, não importa seu sexo. Essas sociedades parecem existir mais comumente em fantasia urbana e em ficção científica.









Nós, autores de fantasia, podemos imaginar tais novos mundos com dragões, felinos gigantes, anões e elfos. Mas pode ser difícil criar mundos que mudam a forma como homens e mulheres vivem suas vidas e interagem uns com os outros, pois ainda estamos impregnados com a sociedade machista em que nossos antepassado viveram – e que ainda não se extinguiu por completo até hoje, infelizmente.

Aqui estão alguns romances com sociedades com igualdade de gênero. Na maioria desses romances, a igualdade de gênero não é o tema. É simplesmente uma parte da sociedade, escrita inconscientemente.

1. Arrows of the Queen – Mercedes Lackey



Eu já visitei a terra de Valdemar várias vezes, desfrutando cada releitura. Valdemar é agradavelmente igualitária, com apenas algumas pequenas seitas de pobreza e preconceito. Reis e rainhas governaram através dos tempos. Homens e mulheres se misturam nas fileiras do Healer, Herald e Bard, e cada recruta tem o mesmo treinamento e expectativas. A sexualidade entre homens e mulheres também não é restrita. As sociedades de Tayledras e Talesedrin no mesmo mundo também são vívidas e igualitárias.

2. Through Wolf’s Eyes – Jane Lindskold



A sociedade criada por Lindskold não é igualitária, mas os gêneros são. Existem diferenças de classes, mas ambos os homens e mulheres podem ser herdeiros e ambos os sexos competem pra ver quem vai se tornar o herdeiro do trono. Homens e mulheres da classe alta se aliam em casamentos pra consolidar o poder na esfera política. Nas classes mais baixas, maridos e esposas são parceiros iguais no mundo dos negócios e da vida. E isso funciona ainda melhor com o personagem criado por lobos e confuso pelas restrições da sociedade. Adicionar restrições de gênero teria criado uma outra carga sobre o personagem. Este é um excelente exemplo de uma fantasia épica e suculenta com os papéis de gênero sem restrições.

3. Oath of Fealty – Elizabeth Moon



Fiquei profundamente feliz quando Moon, depois de um hiato de quase 20 anos, lançou mais cinco livros no mundo de Paksenarrion. Este mundo é maravilhosamente variado. Elfos, anões, gnomos, rangers – todos os elementos amados de fantasia estão representados. Eu amo o igualitarismo das fileiras militares, homens e mulheres dividem dormitórios, treinamentos e batalhas. Eles são julgados e promovidos com base em seus talentos e feitos. Uma ex-fuzileira, Moon infunde uma camaradagem confortável que desafia estereótipos de gênero e esse sentimento se espalha ao longo de todo o seu mundo. Seus romances são ricos e envolventes, cheios de política, aventura e sacrifício heroico.

4. Sing the Four Quarters – Tanya Huff



Eu amo os mundos de Huff. Sua série de ficção científica é outra maravilha de igualitarismo militar. Mas seu livro de fantasia, Sing the Four Quarters, é o ápice. Os personagens amam quem quiserem, sem prejuízo. O Bardos viajam e narram um mundo belíssimo, numa cultura em que homens e mulheres trabalham lado a lado conforme foram treinados. A sexualidade é um dom e não é usado como uma arma.

5. Sebastian – Anne Bishop



Bishop inverte o poder entre os sexos e as mulheres se tornam corruptas, degradadas e crueis, com poderes ilimitados. Mas nesse mundo de coisas efêmeras, Bishop criou várias paisagens em que mulheres e homens – e íncubos e súcubos – vivem em igualdade, sem prejuízo. Eu amo essa oportunidade sombria de igualdade e depravação, que é tão bem equilibrada. Ambos os lados da natureza humana são mostrados neste mundo original. Bishop é uma mestra em explorar a sexualidade e poder entre os sexos.

Games: Rock in Rio terá ‘a maior tela de games do mundo’

game xp rock in rio

Uma das atrações do Rock in Rio 2017 vai montar a “maior tela de games já vista no mundo”. Instalada no espaço batizado de Oi Game Arena (Arena Carioca 1), a “supertela” da GameXP tem 75 metros de comprimento e 20 de altura, totalizando mais de 1450 metros quadrados de projeção. A tela já está sendo montada na Cidade do Rock.
Os visitantes poderão assistir disputas com alguns dos melhores gamers do Brasil, com narrações e comentários ao vivo, além de bandas e DJs.

Estão confirmadas as disputas dos games: CS:Go, Injustice 2, Clash Royale, Pro-Evolution Soccer 2018 e Just Dance. Além disso, a Disney levará para o palco da arena e o gramado do Rock in Rio uma ativação especial de Star Wars: Os Últimos Jedi.
A GameXP é uma parceria do Rock in Rio com a CCXP Comic Con Experience, e vai funcionar todos os dias do festival das 14h às 21h (Expo Play) e das 15h30 às 20h (Oi Game Arena).
Outro espaço na Arena Carioca 2 é a Expo Play, uma área de exposição com estandes dos games, onde os visitantes poderão jogar os maiores lançamentos do mercado. A GameZone será a área dedicada aos arcades, com jogos retrôs de fliperama.
A Experience Bay, do lado de fora das arenas, terá atrações replicam em tamanho real fases de jogos, como Mario Bros Le Parkour, Angry Birds e Assassin’s Creed. As atrações são gratuitas para o público do Rock in Rio.

cinema: A COISA será relançado.


O livro "A Coisa" lançado em 1986 pelo escritor Stephen King é um clássico que já foi adaptado para a TV em 1990, mas ainda hoje serve de fonte de inspiração para diversas mídias assim como a série "Stranger Things"(Netflix, 2016) e agora volta aos cinemas com a readaptação da obra original e prova que ainda tem muito a oferecer.


A trama conta a história de 7 crianças (Jaeden Lieberher (Bill). Finn Wolfhard (Richie), Sophia Lillis (Beverly), Jack Dylan Grazer (Eddie), Wyatt Oleff (Stanley), Chosen Jacobs (Mike) e Jeremy Ray Taylor (Ben)) da cidade de Derry que constantemente sofrem bullying por parte da gang de Henry Bowers (Nicholas Hamilton), juntos formam o Clube dos Perdedores. Uma série de crianças estão desaparecidas na cidade incluindo o irmão mais novo de Bill, juntos, eles resolvem investigar o sumiço das crianças e uma criatura bizarra começa a aterrorizá-los, é Pennywise "O Palhaço Dançarino".


Sem comparações entre o livro e o filme de 1990, independente de sua fonte, este longa se desenvolve e apresenta uma estrutura narrativa que caminha muito bem sozinho. Dito isto, podemos avaliar que a primeira parte do longa é a introdução das crianças, vivendo o presente em 1989, com seus medos mais profundos até o encontro entre eles. O ritmo é intenso intercalando o dia-a-dia e seus fantasmas internos, o drama de cada um vivido em suas próprias casas com a família, além de terem que se preocupar com os adolescentes violentos que os perseguem nas ruas. A cinematografia e a direção de arte são bem fieis ao tempo retratado no longa, é verão, as cenas externas tem um colorido natural, e, a não ser que estejam em uma situação de perigo (quando a luz ambiente fica com o tom sépia) a luz do sol é constantemente radiante, as locações são bem naturais.



Já estabelecida a premissa, as crianças compartilham seus medos, e a ameça de Pennywise fica ainda mais assustadora. O elenco infantil é muito articulado e energético, com exceção de Chosen Jacobs (Mike) e Jeremy Ray Taylor (Ben), que estão bem menos entrosados, até deslocados em relação a interpretação dos outros atores. Finn Wolfhard (Richie) e Sophia Lillis (Beverly) são os que melhor se destacam, ele é o mais cômico do grupo, rouba a cena naturalmente. Sophia tem uma personagem mais complexa, o drama com seu pai é pesado e transborda aos olhos dela, quando está com os garotos se divertindo vemos a criança que ainda guarda dentro de si, e quando está em perigo ela se mostra preparada para se defender e enfrentar, sem dúvidas a melhor personagem da trama.


Bill Skarsgård é Pennywise, sua interpretação está de acordo com o esperado, o desenvolvimento da criatura é gradativamente bem desenvolvida, ele tem os olhos muito expressivos, com um toque de loucura que é hipnótico, as cenas do Palhaço Dançarino são sempre tensas, e apesar dos efeitos de CGi tirarem um pouco da magia dos efeitos práticos, a cena na sala do projetor é sensacional! O ator cumpre seu papel, apresenta um personagem que deixa no ar que tem algo a mais para apresentar, e neste mistério deixado por ele é que vamos aguardar ansiosamente para no próximo capitulo.



Andy Muschietti dirige muito bem cenas assustadoras de Skarsgård, as melhores são, sem dúvidas, as com menos efeitos visuais sobre o Pennywise, ele cria uma atmosfera sinistra, mas peca nos jumpscare, quase sempre previsíveis. A tentativa de dar um susto no espectador com barulhos repentinos, também, nem sempre funciona. Mas parece que o propósito aqui foi alcançado, um clima de terror (mas sem que o público saia aterrorizado do cinema) é bem dosado com cenas e diálogos mais leves e um tom bem realista já que a trama gira em torno de crianças. Enquadramentos interessantes e imagens explícitas do que representa o medo de cada criança, fazem o público saltar da poltrona, e arregalar os olhos para ver cada detalhe.


Para quem quer saber sobre comparações com o filme de 1990, esta readaptação é uma atualização precisa para o nosso tempo, assim como "IT - Uma Obra-Prima do Medo" foi para a década de 90. O Pennywise do Tim Currytem mais presença em cena, ele tem uma complexidade que mescla perfeitamente entre o palhaço ingênuo (claro, para enganar as criancinhas), irônico e o palhaço assassino, e uma voz amigável, a gente compra todas as suas facetas, sentimos medo dele por não sabermos qual é a sua verdadeira intenção. Já Bill Skarsgård não tem o lado irônico, ingênuo, ele transmite loucura nos olhos (até quando é para enganar as crianças!), e tem uma voz imponente que pode induz suas vítimas ao erro. Ambos são muito bons em suas interpretações, cada um em seu tempo. Outra comparação que não posso deixar de fazer é que neste filme a narrativa se passa no presente, em seu tempo (1989) e não em flashbacks, apenas a parte em que os personagens centrais são crianças.


IT (título original) até tem cenas de terror escatológico, um ar sobrenatural..., é um filme para maiores de 16 anos principalmente pela violência apresentada, algumas cenas farão o espectador se esquivar, mas não vá ao cinema esperando algo como "Invocação do Mal", aqui o terror tem como sub-gênero slasher, você vai encontrar elementos como "Sexta-Feira 13""A Hora do Pesadelo", "Halloween"..., fãs deste clássicos e mais como "Stranger Things", "Conta Comigo", "Os Goonies", certamente irão gostar. Você também vai flutuar!


Uma pequena homenagem ao Pennywise de Tim Curry é um easter-egg delicioso para os fãs do telefime de 1990 e também aparece no trailer.


quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Jongo de Compadre, em minas.

Criados em meados de 2009 com o nome Samba ao Quadrado, o grupo belo-horizontino Jongo de Compadre nasceu com a proposta de unir os sambas clássicos de Noel Rosa, Paulinho da Viola, Clara Nunes, Martinho da Vila, entre outros, com sambas contemporâneos, bem como ainda de fazer releituras de choros clássicos. Já tocou em alguns bares e casas de samba de Belo Horizonte, além de eventos particulares. Em novembro de 2010 chegou a participar do projeto “Ocupe a Cidade” na quadra da G.R.E.S Cidade Jardim, onde dividiu o palco com o compositor Mestre Conga. Em outubro do mesmo ano inaugurou o projeto “Samba do Caledônia” no Bar Caledônia no Bairro Aparecida em Belo Horizonte, do qual participa até hoje.
O Grupo possui quatro integrantes, todos eles com experiência no cenário musical em Belo Horizonte e fora dele. São eles:
Felipe Fil, voz e violão. Já tocou em diversos bares e casas de samba de Belo Horizonte. Em 2008 e 2009 chegou a apresentar-se em Bolonha, Itália, no período em que lá viveu. Desde meados de 2010 participa do “Ocupe a Cidade” na quadra da G.R.E.S Cidade Jardim como violonista do projeto. É também compositor.
Carlitos Brasil, pandeiro. É também integrante do grupo de samba Ensaios, com o qual já se apresentou no Lapa Multshow, Bar Conservatório, Butecando, Contorno Mineiro, entre outros. Apresenta-se também esporadicamente em casas de samba tradicionais de Belo Horizonte como o Bar Opção e o Cartola Bar.
Edi Morena, voz. Ex-aluna de canto da professora Babaya, se destaca nas elegantes interpretações do samba. Já se apresentou com o grupo Ensaios no Lapa Multshow em Belo Horizonte em 2009.
Cecé, percussão. É também integrante da bateria da G.R.E.S Cidade Jardim, com a qual já se apresentou em vários eventos em Belo Horizonte e em outras cidades.

Leci Brandão repudia César Menotti e sertanejo pede desculpas

Após ter sido criticado publicamente por ninguém menos que Martinho da Vila, Neguinho da Beija-Flor, Arlindinho e outros bambas, o cantor...