A literatura infantil brasileira é riquíssima de autores e livros para todos os gostos. Entre a infinidade de boas leituras, 5 títulos encantadores que, cada um ao seu tema, são leituras leves e prazerosas capazes de agradar pequenos e adultos. Confira!
A bolsa amarela – Lygia Bojunga
Raquel é a filha caçula em uma família que não leva muito a sério seu universo infantil. Ela tem três principais desejos: ser gente grande, ter nascido menino e virar escritora. Uma bolsa amarela, vinda dos desapegos da tia, parece ser o lugar ideal para abrigar esses desejos e outras histórias, em uma narrativa que mescla o real e o imaginário. Esta obra premiada é uma das mais importantes da autora Lygia Bojunga.
Marcelo, marmelo, martelo – de Ruth Rocha
Os personagens dos três contos deste livro são crianças que resolvem seus impasses com muita vivacidade: Marcelo cria palavras novas; Teresinha e Gabriela superam as diferenças e Caloca compreende a importância da amizade. Ruth Rochatorna encantada qualquer situação por mais comum que pareça…
O meu pé de laranja lima – José Mauro de Vasconcelos
Uma emocionante história de Zezé, um garotinho de 5 anos de uma família grande e carente. Zezé toma conta do seu irmão mais novo, enquanto seus pais enfrentam dificuldades para sustentar os filhos. Este livro também virou telenovela e foi sucesso nas telas de cinema.
A história dos pingos – Mary França
Apesar de semelhantes, cada pingo tem sua cor… Este livro, escrito por Mary França, revela a criação dos 7 personagens: Pingo-de-Flor, Pingo-de-Fogo, Pingo-de-Ouro, Pingo-de-Sol, Pingo-de-Mar, Pingo-de-Céu e Pingo-de-Lua. Ao longo da história, os pequenos leitores desvendam as relações entre as cores dos pingos e a personalidade de cada um. A leitura também é um momento de descoberta para as crianças que se identificaram com as características de cada pingo.
O menino maluquinho – Ziraldo
O menino maluquinho é uma série de quadrinhos eternizados na infância de muitas crianças. O Menino Maluquinho saiu das páginas dos livros para a TV, virou série, novela, peças teatrais, filmes, óperas e tema de diversos produtos infantis.
próxima edição da Feijoada da Viradouro, no domingo, 19 de novembro, a partir de 14h, terá, entre as atrações musicais, o cantor Mumuzinho e o grupo Molejo, que vão agitar o público cantando seus grandes sucessos. Mas clássicos de sambas-enredo também estarão no repertório do evento, já que Zé Paulo Sierra, intérprete oficial da escola de Niterói, receberá o colega Emerson Dias, da Acadêmicos do Grande Rio, que se apresentarão ao som da bateria da vermelho e branco, comandada por mestre Maurão.
A quadra fica na Avenida do Contorno, 16, em Niterói. A entrada custa R$ 20, mesmo preço do prato da feijoada. Informações: (21) 2628-5744. Classificação etária: livre
Feijoada da Viradouro terá Mumuzinho e Molejo
Data: 19/11
Local: Quadra da Viradouro, Avenida do Contorno, 16, Barreto, Niterói
A Sony divulgou, na última segunda-feira (30), um novo trailer para o game Spider-Man, sobre o herói Homem-Aranha. O jogo foi desenvolvido, em parceria coma Marvel, para PlayStation 4. O trailer, liberado durante a Paris Game Week, é tão realista que beira o cinematográfico. A prévia mostra bastante sobre a história a ser desenvolvida, sem tanto foco na jogabilidade. É possível conferir alguns detalhes sobre a trama e ver até como será retratado o Ultimate Homem-Aranha, de Miles Morales.
Assista:
Anunciado inicialmente na E3 2016, o game Spider-Man é o primeiro de uma série a ser desenvolvida pela parceria entre Sony e Marvel Games. O desenvolvimento do jogo, em si, fica a cargo da Insomniac Games.
Além de Peter Parker e Miles Morales, o vilão Martin Li, o famoso Senhor Negativo, também está confirmado no game. No novo trailer, inclusive, ele aparece usando uma arma biológica para matar o Homem-Aranha.
Até o momento, Spider-Man está confirmado somente para PlayStation 4. Por envolver diretamente a Sony, é possível que o game sequer chegue a outras plataformas, como Xbox ou mesmo PC.
Spider-Man não tem data exata para ser lançada. Espera-se que o game chegue a público em algum momento de 2018.
O longa é uma adaptação de uma série de games lançados nos anos 80 para fliperamas. Na década de 90 foi lançado para PlayStation e outros consoles. Eita nostalgia!!!
Sinopse: O primatologista Davis Okoye (Dwayne Johnson) é um homem fechado que compartilha um vínculo inabalável com George, um gorila muito inteligente, que está sob seus cuidados desde pequeno. Porém, quando um experimento genético desonesto é feito em um grupo de predadores que inclui o primata, os animais se transformam em monstros que destroem tudo em seu caminho. Agora, Okoye tenta conseguir um antídoto para impedir que seu amigo provoque uma catástrofe global.
Direção: Brad Peyton
Elenco: Dwayne Johnson, Jeffrey Dean Morgan, Naomie Harris, Malin Åkerman, Joe Manganiello
Já que é sexta-feira, a gente chega com uma novidade pra não deixar ninguém parado. O Harmonia do Samba acaba de lançar mais uma parceria que promete ser um estouro. Depois das músicas com Luan Santana, Gilberto Gil e Leo Santana, é a vez de ninguém menos que Anitta chegar pra somar ao suingue do Harmonia. A música se chama "Tic Nervoso" e já tá com clipe ao vivo no YouTube. Confere aí:
Anitta vibrou muito com a parceria com os baianos. No instagram, a cantora comemorou o que chama de "um sonho realizado", gravar com Xanddy e companhia. Olha aí a gata vibrando ao ver o clipe! "Tic Nervoso" faz parte do DVD "Harmonia do Samba Ao Vivo", gravado em Salvador, neste ano. Recentemente, o grupo liberou o clipe de "Moça do Espelho", com Luan Santana. Foram mais de 1,7 milhões de visualizações em uma semana, no YouTube. Ainda não viu? É só apertar o play aqui embaixo!
A Warner Bros. Pictures anunciou que Liga da Justiça bateu todos os recordes de bilheteria em sua estreia no Brasil. O longa chegou aos cinemas na última quarta-feira (15) e arrecadou mais de R$ 13,1 milhões em seu primeiro dia em cartaz no país, números que colocam o filme de Zack Snydercomo o maior dia de abertura de cinema de todos os tempos no Brasil, batendo o antigo líder Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2.
Consequentemente, a arrecadação da estreia também coloca Liga da Justiça como o maior dia de abertura de um filme de super-heróis de todos os tempos, ultrapassando Capitão América: Guerra Civil; maior dia de abertura histórica da Warner Bros. Pictures, que antes era liderada por Batman vs Superman: A Origem da Justiça; maior dia de abertura geral de 2017, na frente de Velozes e Furiosos 8 e maior dia de abertura de um filme de super-heróis em 2017, batendo Homem Aranha: De Volta ao Lar.
Na trama de Liga da Justiça, instigado por sua restaurada fé na humanidade e pelo ato altruísta do Superman, Bruce Wayne pede a ajuda de sua mais nova aliada, Diana Prince, para enfrentar um inimigo ainda maior. Juntos, Batman e Mulher-Maravilha trabalham rapidamente para encontrar e recrutar uma equipe de meta-humanos contra esta ameaça. Mas, apesar da formação desta liga sem precedentes de heróis — Batman, Mulher-Maravilha, Aquaman, Ciborgue e The Flash — já pode ser tarde demais para salvar o planeta de um ataque de proporções catastróficas.
Henry Cavill (Superman), Ben Affleck (Batman), Gal Gadot (Mulher-Maravilha), Ezra Miller (The Flash), Jason Momoa (Aquaman), Ray Fisher (Ciborgue), Amber Heard(Rainha Mera), J.K. Simmons (Comissário Gordon), Jeremy Irons (Alfred), Ciaran Hinds (Lobo da Estepe), Diane Lane (Martha Kent) e Willem Dafoe (Nuidis Vulko) estão no elenco.
Crítica
Depois de uma tentativa frustrada de chegar aos cinemas em 2008, Liga da Justiça finalmente ganha forma sob muita expectativa. O terceiro longa do universo DC assinado por Zack Snyder (sem contar Watchmen) passou por diversos problemas em sua produção. Snyder abandonou a direção do filme devido a problemas pessoais, dando lugar a Joss Whedon (Os Vingadores), que não apenas finalizou o filme, mas precisou reescrever e refazer boa parte das cenas. Isso tudo em um curto espaço de tempo, já que em setembro deste ano a pós- produção ainda estava em andamento.
Contudo, o resultado foi uma combinação perfeita com as melhores qualidade de ambos os diretores em tela. Visualmente, Zack Snyder é um diretor eficiente, e Whedon é conhecido por saber trabalhar com primor o desenvolvimento dos personagens.
Liga da Justiça é sobre o lado mais heróico. Não há mais pessimismo e escuridão empregado por Snyder. Com as refilmagens de Joss Whedon, há mais cores, mais esperança e um tom mais divertido, que necessariamente não significa ser engraçado. As piadas utilizadas possuem um cunho sarcástico, e funcionam para a trama, principalmente, para que a sintonia entre os heróis possa acontecer. Em alguns momentos, os diálogos lembraram a série animada de 2001, que balanceava o humor com a sobriedade.
Na trama, Bruce Wayne/Batman (Ben Affleck) ainda atormentado pela morte do Superman (Henry Cavill) investiga as invasões dos parademômios, e descobre que uma grande ameaça está por vir. Com a ajuda de Diana Prince/Mulher-Maravilha (Gal Gadot), eles recrutam Barry Allen/The Flash (Ezra Miller), Arthur Curry/Aquaman (Jason Momoa) e Victor Stone/Ciborgue (Ray Fisher) para defender o planeta da ameaça iminente do Lobo da Estepe (Ciaran Hinds), que busca juntar as três Caixas Maternas, possuidoras de um vasto poder.
O roteiro de Chris Terrio (Batman vs Superman) refinado por Joss Whedon é eficiente por apresentar os heróis sem delongas. As motivações de cada um são bem claras e objetivas. Como todo filme de super-herói, é preciso haver uma conexão entre eles, algo que os reúna. Aqui não fica a desejar. O ponto positivo são os diálogos que despertam a busca de cada um fazer a diferença. Tudo com uma boa dose de ironia, algo bem peculiar dos quadrinhos.
A adaptação dos personagens lembram a fase mais heróica da DC, ou seja, deixaram de lado o realismo já saturado. Batman, antes um claro psicopata que marcava seus inimigos para a morte, está mais leve, mais sagaz e um líder que inspira. Bruce sabe que nunca fui nenhum exemplo de heroísmo, mas a inspiração do Superman o moldou para conseguir liderar um bando de estranhos, que assim como ele, temem o pior para humanidade. Ben Affleck demonstra está mais a vontade no papel e constata que foi a melhor escolha possível para viver o Homem-Morcego.
Gal Gadot repete a ótima performance do filme solo da Mulher-Maravilha, funcionando com uma peça chave para a formação da Liga. Vale ressaltar o respeito e o apelo que a heroína conseguiu em um longa que todos poderiam estar mais atentos para Superman ou Batman, mas é ela que chama mais a atenção.
A dúvida ficou para The Flash, Ciborgue e Aquaman, personagens que ainda não tiveram seus respectivos filmes solos. Ezra Miller agrada por uma performance despretensiosa e divertida. Barry Allen é o mais jovem do grupo e com dificuldade em se socializar. Essa combinação proporciona divertidos momentos. Ray Fisher trabalha com solidez a dualidade de ser humano e máquina, algo a ser trabalho com mais afinco nos futuros filmes. Somente o Aquaman de Jason Momoa não se destacou tanto. Os melhores momentos são os vistos nos trailers e ficou apenas nisso.
Por falar nisso, Liga da Justiça não reservou nenhum elemento surpresa.Todos os vídeos de divulgação entregaram cerca de 80% da história. Uma pena porque muitas cenas poderiam ter sido evitadas.
Contudo, o retorno do Superman permaneceu sob mistério. Seu renascimento é apoteótico para os fãs do Homem de Aço e resgata algo que faltava do herói nos filmes anteriores: esperança. A interpretação de Henry Cavill era carregada de amargura com Clark Kent sempre melancólico e indeciso sobre seu destino. Agora, Cavill se torna o Superman que todos sonhavam em ver: sorridente, carismático e abraçado com o lado poético de ser um herói.
No aspecto técnico, o visual continua impecável no que diz respeito ao figurino. Ponto negativo apenas para Lobo da Estepe, com uma aparência pouco imponente e distorcida pelo CGI. Os efeitos para as sequências do Flash são eficazes quando o mesmo usa a força da aceleração. As cenas do Aquaman no oceano indicam que o filme solo precisa de muito cuidado com o uso do CGI. O pouco apresentado agradou, assim como Ciborgue.
O 3D pouco acrescenta com cenas sem muita densidade. Na verdade, só prejudica, porque ficou estranho a boca de Henry Cavill nas cenas que seu bigode precisou ser retirado digitalmente (em virtude do imbróglio com a Paramount).
A produção acertou em cheio em trazer Danny Elfman para a trilha sonora. O compositor de Batman (1989) resgata a sonoridade clássica como o tema original do Homem-Morcego, que é entoado de forma singela, mas no tom ideal.
No mais, Liga da Justiça indica que dias melhores estão por vir no universo cinematográfico da DC, apesar do ceticismo de alguns veículos de imprensa, que parecem sentir prazer em criarem notícias deturpadas, tudo por likes. Fato é que o filme corresponde com uma história sólida, leve e que apresenta o melhor desses heróis, repetindo a fórmula de Mulher-Maravilha. Esperança nunca foi uma palavra tão buscada nos últimos anos. Ao final, o filme consegue despertar esse sentimento.
Ps: Há duas cenas pós-créditos no filme. A primeira um grande fan service e a segunda muito importante para o futuro da DC Films.
No mais, Liga da Justiça indica que dias melhores estão por vir no universo cinematográfico da DC, apesar do ceticismo de alguns veículos de imprensa, que parecem sentir prazer em criarem notícias deturpadas, tudo por likes. Fato é que o filme corresponde com uma história sólida, leve e que apresenta o melhor desses heróis, repetindo a fórmula de Mulher-Maravilha. Esperança nunca foi uma palavra tão buscada nos últimos anos. Ao final, o filme consegue despertar esse sentimento.
A nova série de origem alemã (terror/suspense) da Netflix estreia dia 01 de dezembro.
A série mostrará os eventos de uma cidade pequena após o desaparecimento de duas crianças. O sumiço das crianças levanta diversas intrigas quanto a quem foi o sequestrador e as famílias e vítimas trazem antigos problemas a tona. Entretanto, descobre-se que o desaparecimento das crianças está diretamente ligado a eventos misteriosos que aconteceram na cidade nos anos 80.